quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Higienópolis, São Paulo: verde



Alguém disse que São Paulo é uma cidade cinzenta?

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Maicol

IPOTESI CINEMA por mi_kai_2006.
Estou em SP e andando pela rua lembrei de uma criança sozinha:
Maicol vagando perdido no mêtro de Milão.
Maicol é um filme (anos 80) do italiano Mario Brenta - na foto com o menino.
Vale a pena ver de novo. Saudade de Maicol.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Sommer, Islândia

Meu primeiro desfile com Marcelo.

お早う Ohayo Bom-dia!

Ohayo, Filme de 1959 de Ozu. Inesquecível.

Na consciência



Exame de Consciência
Se eu amo o meu semelhante? Sim. Mas onde encontrar o meu semelhante?
Mario Quintana - Caderno H

Na banca


Na horizontal

Sommer, Chuva

Sonhei (literalmente) que deveria chover nesse desfile. Aconteceu.

domingo, 23 de agosto de 2009

sábado, 22 de agosto de 2009

Outro filme: Aquele querido mês de agosto




Aqui é bem úmido...


4 atrizes

Maria Casarès

Fui assistente numa montagem da peça Elle de Jean Genet (direção de Bruno Bayen/Théatre de Gennevilliers/Paris). Maria Casarès (A bela do Bois de Boulogne de Bresson) representava o Papa. O mesmo papel que anos depois Zé Celso representou. Eu tomava o seu texto antes do ensaio. Com voz rouquíssima e gravíssima ela dizia a cada branco, me olhando severamente como que buscando nos meus olhos a palavra esquecida: "- não fala, não fala, não fala". Eu tentava aflito dizer-lhe com os olhos. Longos silêncios. Eu ficava gélido. E no final derrotada, ela dizia: "vai, fala, pode falar". Eu dizia a palavra esquecida e ela gritava: "Eu sabia! Eu sabia! Por que raios eu não disse?" e batia na própria cabeça. O papel exigia que ela ficasse de joelhos. E eles doíam imensamente. Eu a ajudava sempre a se levantar. Comíamos sanduíche de queijo na pausa. Eu estava tão feliz. Ela morreu em 1996.


Edwige Feuillère

Assisti a última apresentação do espetáculo de despedida da atriz Edwige Feuillère. Era o seu adeus definitivo. Um espetáculo colagem de vários textos e anedotas de sua longa carreira. Ela estava velhinha. Era uma matinée de domingo. O teatro estava abarrotado. Muitos velhinhos como ela e todos os atores possíveis e imaginários, famosos e iniciantes. Quando terminou o espetáculo ela disse lentamente diante da cortina fechada e de braços abertos: - "Adieu!" O teatro de pé durante uma eternidade a aplaudiu. Todos choravam. Muitos senhores na frente do palco jogavam-lhe flores. Foi o mais emocionante adeus que presenciei. Fui a outros. Adoro despedidas. Edwige Feuillère morreu em 1998.



Jeanne Moreau
Eu trabalhava como assistente numa montagem de Torquato Tasso de Goethe no Théâtre de L'Odeon. Ensaiava na sala de ensaio e no palco principal Jeanne Moreau ensaiava uma remontagem de La Celestine. O ensaio dela começava antes do meu. A sala de ensaio do Odeon era no último andar e pelo corredor eu tinha acesso a galeria do teatro. Eu sentava imóvel no teatro vazio, bem perto da cúpula pintada por Chagall e lá embaixo estava ela, com a voz inconfundível, amada por Jules e Jim, ensaiando, trabalhando.

Edith Clever
Assisti a atriz alemã dirigida por Hans Jurgen Sybergberg interpretar a Marquesa D'O na Salle Favart. Nunca esqueci. Ela parecia um cisne.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

2 x Tatá

Zero Zero, 200? - Acho que nessa foto eu tava zoando e "pedindo para ele tocar uma música" - coisa que parece os Djs não gostam muito.

Livraria da Travessa, 2009 - Lançamento do Sr. R - talvez eu tenha escrito na dedicatória algo como: essa história é sua também.

Marni na Madison

Se clicar na foto ela aumenta.

Libération de sábado

Crise: Todos nus e todos na rua:

3 Piscinas

Picture of a Hollywood Swimming Pool, 1954, de David Hockney que pintou lindamente as piscinas nos azuis mais lindos que possamos mergulhar.

La Piscine, filme de Jacques Deray, 1969. Deste clássico derivaram-se vários outros filmes.
Nadamos sem ar nos beijos de Alain Delon e Romy Schneider.

Les Bains des Docks, Le Havre/França, 2008, projeto do arquiteto Jean Nouvel, uma das mais belas piscinas do mundo.

Danny Treacy



Photographer Danny Treacy recovers discarded clothing he finds lying around in streets, car parks and waste ground. He then stitches the garments together into uncanny suits, which he wears in life-sized portraits to become Them.
Looming out of the black background the faceless figures evoke urban warriors, mythical beasts, distorted creatures. It seem that something that happened to its former owner emanates from each piece of fabric, making the attire all the more haunting. (in We Make Money not Art)

...nas melhores casas do ramo!


ArgenTEENa

Fanzine "EY! Magateen" (Luis Venegas) - nesse número Steven Klein goes to Argenteena:

A Cinza das Horas


Epígrafe

Sou bem-nascido. /Menino, Fui, como os demais, feliz. / Depois, veio o mau destino /
E fez de mim o que quis. /Veio o mau gênio da vida,/ Rompeu em meu coração,/
Levou tudo de vencida,/ Rugia e como um furacão, /Turbou, partiu, abateu,/
Queimou sem razão nem dó / -Ah, que dor! Magoado e só,/ - Só! - meu coração ardeu: /
Ardeu em gritos dementes/ Na sua paixão sombria.../ E dessas horas ardentes/
Ficou esta cinza fria./ - Esta pouca cinza fria.

Manuel Bandeira

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Richard Renaldi



Problema de espaço?

Projeto de Shuei Endo/Japão. Excelente aproveitamento de espaço, porém não convide um lutador de sumô para o jantar.

Duas águas

Janela do meu atelier, Pancetti, Bahia, 1951


A Bigger Splash, David Hockney, Califomia, 1967

Dois vasos


David Hockney, Monte Fuji e Flores, 1972



Lagoa e flores, presentes de Mme Hollanda, 2009