terça-feira, 11 de setembro de 2012

domingo, 9 de setembro de 2012

Dada Masilo_coreógrafa sul africana_trecho do Lago dos Cisnes

Do Wikipedia: Dada Masilo is a South African dancer and choreographer, known for her unique and innovative interpretations of classical ballets.Trained in classical ballet and contemporary dance, Masilo fuses these techniques with African dance steps to create her high-speed style. She was born and raised in the Johannesburg township of Soweto, and has captivated audiences around the world. Although she is interested more in the personal challenge of choreography than political statements, her pieces often address taboos such as homosexuality and race relations.

Eduardo Berliner

















































http://www.casatriangulo.com/pt/artistas/

Lucia Laguna_Estúdio n.30



http//:www.bienal.org.br

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

terça-feira, 4 de setembro de 2012

domingo, 2 de setembro de 2012

David Alan Harvey



http://www.davidalanharvey.com/

Anthony Gerace







http://a-gerace.com





Ricardo Brey_Every life is a fire

Sint-Jan

foto Christophe Vander Eecken

http://www.ricardobrey.com/

Leo Berne

http://www.ibarelyremember.com/files/gimgs/13_chien.jpg

http://www.ibarelyremember.com/

sábado, 1 de setembro de 2012

Ruy Castro_Língua no museu


 Numa próxima ida a São Paulo, vou voltar ao Museu da Língua Portuguesa. Acabo de saber ("Ilustrada", ontem) que os textos de seu espaço expositivo ainda estão na velha ortografia -ou seja, na língua como a conhecíamos, antes do "acordo" assinado em 2008 por parte dos membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (leia-se o Brasil). Preciso fazer isto antes de 31 de dezembro, quando a nova ortografia será obrigatória, e o trema, por exemplo, irá se juntar aos extintos mamutes, pterodáctilos e leitores de Pearl S. Buck.
Lá, terei o prazer de ler palavras como "pingüim", "lingüista" ou "desmilingüido", com o velho trema. Penso até em lê-las em voz alta, se ninguém estiver olhando, e lambendo cada trema como Chicabon -antes que sejam reduzidas a "pinguim", "linguista" e "desmilinguido" e assim comecem a ser ditas pelos jovens que não sabem como elas soavam. Aliás, passei pelo problema outro dia nesta coluna, quando reproduzi o trecho da letra do samba "O Pato", que diz "O pato/ Vinha cantando alegremente/ Quem-quem".
Escrevi, como sói, "qüem-qüem", mesmo sabendo que meus tremas não chegariam vivos ao jornal impresso, e que a única pessoa que leria "quem-quem" como "qüem-qüem" seria o professor Evanildo Bechara, um dos autores da reforma. Quando a coluna saiu, submeti-a a alguns jovens pouco versados em bossa nova. Todos pronunciaram "quem-quem". E se, um dia, Evanildo for chamado de "linguista", e não "lingüista"?
O poeta mineiro Abgar Renault (1901-1995), que não aderiu às reformas de 1943 e de 1971, morreu escrevendo "phosphoro", "pthysica" e "portuguez". Seguindo seu exemplo, continuarei a escrever "qüem-qüem" e deixarei a meus editores a tarefa de expurgar os tremas.
Acho que o Museu da Língua Portuguesa deveria continuar na velha ortografia. Afinal, é um museu, não?

Folha, hoje

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

domingo, 19 de agosto de 2012

terça-feira, 14 de agosto de 2012