domingo, 13 de março de 2011
sexta-feira, 11 de março de 2011
Takashi Homma_New Waves*
A série "TOKYO Suburbia" feita a partir da década de 1990 projetou internacionalmente o fotógrafo Takashi Homma. Depois de adolescentes, crianças e paisagens assépticas dos subúrbios japoneses e islandeses, as ondas e seus movimentos são protagonistas do trabalho de Homma.
A série "New Waves" foi feita em North Shore no Havaí desde 2000.
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post de Dezembro_2009
quinta-feira, 10 de março de 2011
quarta-feira, 9 de março de 2011
terça-feira, 8 de março de 2011
segunda-feira, 7 de março de 2011
Maracangalha_Caymmi
Eu vou pra Maracangalha, eu vou
Eu vou de ‘liforme branco, eu vou
Eu vou de chapéu de palha, eu vou
Eu vou convidar Anália, eu vou
Se Anália não quiser ir
Eu vou só, eu vou só
Eu vou só, eu vou só sem Anália, mas eu vou...
Eu vou de ‘liforme branco, eu vou
Eu vou de chapéu de palha, eu vou
Eu vou convidar Anália, eu vou
Se Anália não quiser ir
Eu vou só, eu vou só
Eu vou só, eu vou só sem Anália, mas eu vou...
sábado, 5 de março de 2011
Karlheinz Weinberger_1921_2006


Romeo (Werner Berger), Boss der Revenger Gang, Zurich, 1962


http://de.wikipedia.org/wiki/karlheinz_Weinberger
sexta-feira, 4 de março de 2011
Esplendores e misérias da moda
"La mode est un processus d'élimination permanente: on est dans le coup ou has been, actuel ou passé, neuf ou ringard, juste ou faux. Faire partie des élus, des initiés, c'est être en prise directe avec l'adrénaline qui fait carburer cet organisme voué à l'apparence: un état de grâce immédiatement reconnaissable car on se retrouve assis au meilleur rang du défilé, on est invité aux soirées Saint Laurent, on fait la couverture de toutes les revues, on se trouve déifié. Mais l'exaltation d'avoir été distingué du commun des mortels s'accompagne toujours de la peur de la chute, du retour brutal à l'anonymat. Le besoin compulsif de changement qui est au coeur de la mode signifie qu'un jour viendra où l'on cessera soudain d'être in pour devenir out, d'être formidable pour se voir qualifié d'infréquentable. C'est la coexistence permanente de ces deux états d'esprit, euphorie et crainte, qui crée l'extase terrible de la mode. Il suffit d'avoir assisté à un défilé dans sa vie pour ressentir cet effroi."
*

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Não sei dançar_Manuel Bandeira
Uns tomam etér, outros cocaína.
Eu já tomei tristeza, hoje tomo alegria.
Tenho todos os motivos menos um de ser triste.
Mas o cálculo das probalidades é uma pilhéria...
Abaixo Amiel!
E nunca lerei o diário de Maria Bashkirtseff.
Sim, já perdi, pai, mãe, irmãos.
Perdi a saúde também.
É por isso que sinto como ninguém o ritmo do jazz-band.
Uns tomam etér, outros cocaína.
Eu tomo alegria!
Eis aí por que vim a este baile de terça-feira gorda.
Mistura muito excelente de chás... Esta foi açafata...
- Não, foi arrumadeira.
E está dançando com o ex-prefeito municipal.
Tão Brasil!
De fato este salão de sangues misturados parece o Brasil...
Há até a fraçaõ incipiente amarela
Na figua de um japonês.
O japonês também dança maxixe:
Acugêlê banzai!
A filha do usineiro de Campos
Olha com repugnância
Para a crioula imoral.
No entanto o que faz a indecência da outra
É dengue nos olhos maravilhosos da moça.
E aquele cair de ombros...
Mas ela não sabe...
Tão Brasil!
Ninguém se lembra da política...
Nem dos oito mil quilômetros de costa...
O algodão de Seridó é o melhor do mundo... Que me importa?
Não há malária nem moléstia de Chagas nem ancilóstomos.
A sereia sibila e o ganzá do jazz-band batuca.
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Eu já tomei tristeza, hoje tomo alegria.
Tenho todos os motivos menos um de ser triste.
Mas o cálculo das probalidades é uma pilhéria...
Abaixo Amiel!
E nunca lerei o diário de Maria Bashkirtseff.
Sim, já perdi, pai, mãe, irmãos.
Perdi a saúde também.
É por isso que sinto como ninguém o ritmo do jazz-band.
Uns tomam etér, outros cocaína.
Eu tomo alegria!
Eis aí por que vim a este baile de terça-feira gorda.
Mistura muito excelente de chás... Esta foi açafata...
- Não, foi arrumadeira.
E está dançando com o ex-prefeito municipal.
Tão Brasil!
De fato este salão de sangues misturados parece o Brasil...
Há até a fraçaõ incipiente amarela
Na figua de um japonês.
O japonês também dança maxixe:
Acugêlê banzai!
A filha do usineiro de Campos
Olha com repugnância
Para a crioula imoral.
No entanto o que faz a indecência da outra
É dengue nos olhos maravilhosos da moça.
E aquele cair de ombros...
Mas ela não sabe...
Tão Brasil!
Ninguém se lembra da política...
Nem dos oito mil quilômetros de costa...
O algodão de Seridó é o melhor do mundo... Que me importa?
Não há malária nem moléstia de Chagas nem ancilóstomos.
A sereia sibila e o ganzá do jazz-band batuca.
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quinta-feira, 3 de março de 2011
Vampira
Como em vida, cheia de sangue,
Púrpura e ouro nos vestidos,
Polidos diamantes que brilham,
Fulgurantes rubis.
Nas tripas,
Pó. Entre os miolos, vazias
Vontades. No coração, pó.
No sorriso, um morto brilho.
*
Roberto Marinho de Azevedo_A Baleia, poemas_2002
Púrpura e ouro nos vestidos,
Polidos diamantes que brilham,
Fulgurantes rubis.
Nas tripas,
Pó. Entre os miolos, vazias
Vontades. No coração, pó.
No sorriso, um morto brilho.
*
Roberto Marinho de Azevedo_A Baleia, poemas_2002
quarta-feira, 2 de março de 2011
Sarah Moon + Roberto Marinho de Azevedo

Acho tão bom estar apaixonado!
O coração toca como um sino
Os nervos rangem
As ânsias me assaltam
A cada instante
Mas você, meu amor, só vê
Os incômodos deste descalabro.
Que deperdício d'alma!
terça-feira, 1 de março de 2011
Roberto Marinho de Azevedo_A Baleia_Poemas_2002
Gosto de teu olhar
Que pára no meio do olho,
Obstinado.
Tão burro!
Ele me dá a ilusória segurança
De que ainda existem casas, libras esterlinas,
[algodão, café.
*
Que pára no meio do olho,
Obstinado.
Tão burro!
Ele me dá a ilusória segurança
De que ainda existem casas, libras esterlinas,
[algodão, café.
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