segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Dean McNamme_Wikipedia_10 anos


Wikipedia's 10th Anniversary from Dean McNamee on Vimeo.
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Wikipedia's 10th Anniversary

Wikipedia's 10th Anniversary

Wikipedia's 10th Anniversary

Wikipedia's 10th Anniversary
Instalação do artista Dean McNamee representando a atividade contínua do Wikipédia.
Na festa de 10 anos do site na Fundação Louis Bloind (Londres), uma  série de 18 impressoras produziam as contribuições dos internautas em tempo real.
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Aleksei Plutser-Sarno_Bridge


A "ponte", em São Petesburgo, está apontada para gabinete do serviço de segurança.
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http://www.mycool.com.br/ptg/2011/01/entrevista-exclusiva-com-o-grupo-de-arte-voina/

http://provisionslibrary.com/?p=5323

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domingo, 6 de fevereiro de 2011

he's simple, he's dumb, he's the pilot

movimento

Jonathas de Andrade_Educação para adultos

































































































"O método Paulo Freire de alfabetização aliava escolarização com formação de consciência. Uma primeira experiência foi aplicada com 5 trabalhadores analfabetos dos quais 3 aprenderam a ler e escrever em 30 horas. Paulo Freire foi convidado pelo governo de João Goulart a organizar a Campanha Nacional de Alfabetização, que objetivava alfabetizar 2 milhões de pessoas em 20mil círculos de cultura. O Golpe Militar de 64 interrompeu o projeto, reprimiu a mobilização, e Paulo Freire foi perseguido, preso e exilado. O regime militar substitui o plano pelo Movimento Brasileiro de Alfabetização, que propunha a alfabetização funcional de jovens e adultos."

+ em http://www.jonathasdeandrade.com/

Jonathas de Andrade (Maceió, 1982) vive em Recife.
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sábado, 5 de fevereiro de 2011

Walid Raad_Sem título_2008

 Walid Raad, Untitled
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http://en.wikipedia.org/wiki/Walid_Raad
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As pitangueiras d’antanho_Rubem Braga_1957

Tem seus 23 anos, e eu a conheço desde os oito ou nove, sempre assim, meio gordinha, engraçada de cabelos ruivos. foi criada, a bem dizer, na areia do Arpoador; nasceu e viveu em uma daquelas ruas que vão de Copacabana a Ipanema, de praia a praia. A família mudou-se quando a casa foi comprada para construção de edifício. Certa vez contou:
– em meu quarteirão não há só casa de meu tempo de menina. Se eu tivesse passado anos fora do Rio e voltasse agora, acho que não acertaria nem com a minha rua. Tudo acabou: as casas, os jardins, as árvores. É como se eu não tivesse tido infância…
Falte-lhe uma base física para a saudade. Tudo que parecia eterno sumiu.
Outra senhora disse então que se lembrava muito de que, quando era menina, apanhava pitangas em Copacabana; depois, já moça, colhia pitangas na Barra da Tijuca; e hoje já não há mais pitangas. Disse isso com uma certa animação, e depois ficou um instante com um ar meio triste – a melancolia de não ter mais pitangas, ou,quem sabe, a saudade daquela manhã em que foi com o namorado colher pitangas.
Também em minha infância há pitangueiras de praia. Não baixinhas, em moitas, como aquelas de Cabo Frio, que o vento não deixa crescer; mas altas; e suas copas se tocavam e faziam uma sombra varada por pequenos pontos de sol. O que foi dito em um soneto lido na adolescência (acho que o soneto é de B. Lopes) onde “osol bordava a pino, sobre a areia, um crivo de ouro num cendal de prata”, o que pode ser um tanto precioso mas é lindo, mesmo agente não sabendo o que é cendral. Nesse soneto havia um bando alegre de gente moça – esqueci as palavras, mas me lembro que as moças colhiam pitangas, e os rapazes, namoradas.
E lembrei-me de meu espanto de menino quando ouvi dizer que uma família conhecia nossa, de Cachoeiro, estava querendo vender a casa.
Vender a casa… Casa, para mim, era alguma coisa que fazia parte da família. Fiz uma pergunta ingênua, e alguém respondeu:
– É, eles vão vender a casa porque vão-se mudar para Minas.
Fiquei quieto, mas também não entendi. Como é que uma família que mora em uma casa, em uma rua, em uma cidade, pensava eu confusamente no íntimo, pode mudar para outra? Aquilo me parecia contra a ordem natural das coisas.
Também me lembro de achar estranho que casa pudessem ser alugadas. Mas também me lembro de que a primeira vez que tive notícias de existência de edifícios de apartamentos, com umas pessoas morando em cima das outras e sem precisar subir escada porque havia elevador, achei a idéia genial, e pensei comigo mesmo: ” Eu vou querer morar no último andar.” Mas pensei, confesso, sem nenhuma esperança, como quem pensa em fazer uma coisa que deve ser boa mas, com certeza, a gente mesmo não vai fazer,como, por exemplo, andar de balão. Como um menino pobre pensa em ser rei.
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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Everything is a Remix_Part 2

Everything is a Remix Part 2 from Kirby Ferguson on Vimeo.

Takayuki Hori_Oritsunagumono



Maurizio Cattelan_If a tree falls in the forest..._1998


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http://pt.wikipedia.org/wiki/Maurizio_Cattelan
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Andy Drewitt_Donkey Shelter


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http://www.andydrewitt.com/
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René Gruau_1909_2004



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http://www.renegruau.com/
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Afinal que o dia dela chegou...

Richard Renaldi_Touching Strangers

Portraits feitos nas ruas de pessoas que não se conhecem e que foram convidadas a "se tocarem" - a estabelecer "um contato físico". Uma relação efemêra entre perfeitos desconhecidos:









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3 Perguntas:
No Brasil os personagens estariam menos "constrangidos", "à vontade"?
Demonstrariam afeto pelo "desconhecido"?
Dependendo do lugar o "toque" seria diferente? Na Rocinha? Nos Jardins?
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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Matilde Soligno_I Remember You Well_Il Diario Ritorvato






"Achei essas fotos em alguns Mercados das Pulga na Itália, onde moro. Escolhi-as pelo confronto entre sentimentos de fragilidade e intimidade que eles emanam. Incluí algumas destas fotos na série Il Diario Ritrovato." - onde fotos antigas são expostas junto com fotos atuais. Qual é qual.?
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Matilde Soligno é fotógrafa. Lembrei de Rosangela Rennó.
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http://www.matildesoligno.net
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Cyrill Lachauer_Trickster

CyL_web_Trickster_2011.jpg
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http://cyrilllachauer.net/
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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Retrato

Substantivo masculino.
1.
Representação da imagem de uma pessoa real, pelo desenho, pintura, gravura, etc., ou pela fotografia.
2.
A obra de arte cujo assunto é o retrato (1).
3.
Figura, imagem, efígie (de alguém).
4.
Fig. Pessoa que se parece muito com outra:
O menino é o retrato do avô.

5.
Fig. Representação falada ou escrita de uma pessoa (ou de seu caráter), de uma coisa, etc.; descrição.
6.
Fig. Exemplo, modelo.
7.
Bras. Fotografia (2):
Tirou retratos dos principais pontos turísticos.

8.
Jog. Inf. Jogo de salão em que um participante se afasta dos demais, permitindo-lhes escolher em segredo a pessoa que lhe caberá descobrir ao voltar, com o auxílio de perguntas aos companheiros, às quais só se responde com sim ou não.

Retrato falado. 1. Reconstituição dos traços fisionômicos ou de outros sinais característicos de uma pessoa desconhecida, por meio das informações de testemunhas, em geral para facilitar sua identificação pela polícia.

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