sexta-feira, 11 de maio de 2012
domingo, 6 de maio de 2012
sexta-feira, 4 de maio de 2012
quinta-feira, 3 de maio de 2012
terça-feira, 1 de maio de 2012
Vladimir Maiakóvski_1893-1930
Na primeira noite, eles aproximam-se
e colhem uma flor do nosso jardim.
E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem,
pisam as flores, matam o nosso cão.
E não dizemos nada.
Até que um dia, o mais frágil deles
entra sozinho em nossa casa,
rouba-nos a lua,
e, conhecendo o nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta.
E porque não dissemos nada, já não podemos dizer mais nada.
e colhem uma flor do nosso jardim.
E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem,
pisam as flores, matam o nosso cão.
E não dizemos nada.
Até que um dia, o mais frágil deles
entra sozinho em nossa casa,
rouba-nos a lua,
e, conhecendo o nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta.
E porque não dissemos nada, já não podemos dizer mais nada.
sexta-feira, 27 de abril de 2012
Tristesse
L' ombre s'enfuit, adieu beau rêve
Où les baisers s'offraient comme des fleurs
La nuit fut brève
Hélas pourquoi si tôt fermer nos coeurs
À l'appel du bonheur.
L'ombre s'enfuit ma lèvre hésite
À murmurer après de doux aveux
Des mots d'adieu
Le soleil paraît trop vite
Faut-il donc que l'on se quitte?
Que m' importe à moi l'envol du temps
Je voudrais tant retarder l' aurore
Et t'aimer encore...
L'ombre s'enfuit, tout n'est que songe
Et tu n'es plus, malgré tous nos désirs,
Qu'un souvenir
Si l'amour n'est que mensonge
Au parfum triste qui ronge
S'il est vrai qu'à moi ta lèvre ment
Sache pourtant que toujours quand même
Cher amour je t' aime
Éperdument
Éperdument...
Arrangement: Marbot - Jean Loysel
Musique : Chopin
Interprète: Tino Rossi (1939)
Du film: Le chanteur inconnu
Où les baisers s'offraient comme des fleurs
La nuit fut brève
Hélas pourquoi si tôt fermer nos coeurs
À l'appel du bonheur.
L'ombre s'enfuit ma lèvre hésite
À murmurer après de doux aveux
Des mots d'adieu
Le soleil paraît trop vite
Faut-il donc que l'on se quitte?
Que m' importe à moi l'envol du temps
Je voudrais tant retarder l' aurore
Et t'aimer encore...
L'ombre s'enfuit, tout n'est que songe
Et tu n'es plus, malgré tous nos désirs,
Qu'un souvenir
Si l'amour n'est que mensonge
Au parfum triste qui ronge
S'il est vrai qu'à moi ta lèvre ment
Sache pourtant que toujours quand même
Cher amour je t' aime
Éperdument
Éperdument...
Arrangement: Marbot - Jean Loysel
Musique : Chopin
Interprète: Tino Rossi (1939)
Du film: Le chanteur inconnu
tristeza_Aurélio
tristeza
(ê) [Do lat. tristitia.]
Substantivo feminino.
1.Qualidade ou estado de triste.
2.Falta de alegria.
3.Pena, desalento, consternação.
4.Aspecto revelador de mágoa ou aflição. [Sin. menos us. (nessas acepç.): tristura.]
5.Bras. Pop. Veter. V. babesíase
(ê) [Do lat. tristitia.]
Substantivo feminino.
1.Qualidade ou estado de triste.
2.Falta de alegria.
3.Pena, desalento, consternação.
4.Aspecto revelador de mágoa ou aflição. [Sin. menos us. (nessas acepç.): tristura.]
5.Bras. Pop. Veter. V. babesíase
Cecília
"....Eu só queria ter do mato
Um gosto de framboesa
Pra correr entre os canteiros
E esconder minha tristeza..."
Um gosto de framboesa
Pra correr entre os canteiros
E esconder minha tristeza..."
terça-feira, 24 de abril de 2012
sábado, 21 de abril de 2012
sexta-feira, 20 de abril de 2012
quinta-feira, 19 de abril de 2012
terça-feira, 17 de abril de 2012
Cecília Meireles_Pescaria
Cesto de peixes no chão.
Cheio de peixes, o mar.
Cheiro de peixe pelo ar.
E peixes no chão.
Chora a espuma pela areia,
na maré cheia.
As mãos do mar vê e vão,
as mãos do mar pela areia
onde os peixes estão.
As mãos do mar vêm e vão,
em vão.
Não chegarão
aos peixes do chão.
Por isso chora, na areia
a espuma da maré cheia.
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Exposição_The Stuff That Matters_Textiles collected by Seth Siegelaub for the CSROT




"...coleção que Seiglaub começou com o objetivo de desenvolver a maior biblioteca particular do mundo sobre a história da indústria têxtil... "
+ sobre Seth Siegelaub:
http://en.wikipedia.org/wiki/Seth_Siegelaub
Expo: http://www.ravenrow.org/current/
domingo, 15 de abril de 2012
Maria Cecília Gomes dos Reis_A Vida Obscena de Anton Blau
“(…)
Terah põe-se a andar em direção ao mediterrâneo e para longe do seu clã, mas ninguém sabe a razão. Meu tio Samuel diz que agir assim é lançar-se de livre e espontânea vontade numa grande penumbra: um homem preenchido apenas por ele mesmo e mais ninguém.
A imaginação pede para ser expandida, pois o que temos dentro de nós é sem bordas.
Depois, quando a capacidade chega o mais longe que pode e, com a sorte das condições, já funciona em você sem muito esforço, livre-se então do autocontrole que opera permanente no homem, mas com algum prazer e leveza de espírito.
Hoje, Anton é um anão sentado no ombro do antigo gigante de si mesmo. (…)”
Editora34
Terah põe-se a andar em direção ao mediterrâneo e para longe do seu clã, mas ninguém sabe a razão. Meu tio Samuel diz que agir assim é lançar-se de livre e espontânea vontade numa grande penumbra: um homem preenchido apenas por ele mesmo e mais ninguém.
A imaginação pede para ser expandida, pois o que temos dentro de nós é sem bordas.
Depois, quando a capacidade chega o mais longe que pode e, com a sorte das condições, já funciona em você sem muito esforço, livre-se então do autocontrole que opera permanente no homem, mas com algum prazer e leveza de espírito.
Hoje, Anton é um anão sentado no ombro do antigo gigante de si mesmo. (…)”
Editora34
sábado, 14 de abril de 2012
sexta-feira, 13 de abril de 2012
quinta-feira, 12 de abril de 2012
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